segunda-feira, 8 de junho de 2009

Filhos...


Recebi esta mensagem de uma grande amiga que também ainda não teve filhos:

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Bela frase que não é de minha autoria, mas poderia ser...

Vejo tantas pessoas tendo filho de qualquer jeito, em qualquer situação,
sem a mínima estrutura, emocional, afetiva, financeira, biológica...
e vejo tão poucas pessoas bem estruturadas tendo filhos.

que isso é, pelo menos, muito preocupante...

sábado, 30 de maio de 2009

Preguiça...

Preguiça de escrever...

Queridos leitores e queridas leitoras,
perdão,
mas tenho andado com muita preguiça
no cérebro e na ponta dos dedos...

muitos textos "por encomenda" tem saído desta caixola
e destas ricas mãozinhas ultimamente...

daí com o blog rolou isto
que não tem outro nome
é preguiça da boa mesmo!

aguardem que ela passará,
afinal
até a uva...

bjos e abraços apertados de inverno!!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

vida!

"Não sei...

se a vida é curta ou longa demais para nós,
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja
nem curta, nem longa demais,
Mas que seja instensa,
verdadeira, pura...
Enquanto durar."

Cora Coralina

sexta-feira, 1 de maio de 2009

bem vindas sejam todas as tranformações!!!

Trabalho é que nem namorado, uma hora você não tem nenhum e daí não aparece nada e quando aparece um, começam a aparecer vários e você acaba até tendo que despensar alguns.

Ano passado ouvi esta frase e desde então ela tem acompanhado minhas pensações...

E não é que é verdade?

Se tem vezes que a procura é maior do que a demanda - e estamos com muitas dívidas, empréstimos, sem previsão de como pagá-los - tem vezes que a situação se inverte, a demanda cresce a situação se inverte e as propostas começam a aparecer aos poucos, te envolvendo, até que chega uma melhor, que paga mais ou até aquela renda já merecida que tinhas desistido de batalhar chega na tua mão...

Também tem épocas em que estamos na seca de paixões, sem ninguém pra dormir junto, subindo pelas paredes já e sem disposição pra ir à luta, nada... Eis que chega outra época em que qualquer prazer te diverte, pessoas bacanas começam a cruzar o teu caminho, as propostas começam a aparecer e a demanda aumenta... daí começam novas escolhas.

Chego à conclusão de que relacionamentos de trabalho e os amorosos tem mesmo ciclos bem parecidos, embora quase nunca simultâneos, Ufa!!!

Ah, porque ainda podemos ter o azar de a seca vir dos dois lados,
ou a grande sorte de estar tudo !!!pro alto e avante!!!
Ou ainda aquele misto em que um dos aspectos está capenga na tua vida e outro andando de galope, uma espécie de estranha calmaria ...

Todas elas são bem vindas, porque tranformam e renovam a gente!

...É preciso mudar muito pra continuar sendo a gente mesmo...
(tomo a liberdade de citar esta máxima da Marina Monteiro, rsrsrsrssrsr)

Nada é mais renovador do que o trabalho prazeroso e
nada é mais transformador do que um amor bem desfrutado.

Termino citando outra pérola do pensamento filosófico atual (está é da Ana Paula)
" Tudo passa... até a Uva Passa..."

sábado, 25 de abril de 2009

Adversidades...

A Flor que desabrocha na adversidade é
a mais bela e rara de todas as flores.

quinta-feira, 26 de março de 2009

"a" ousa com humor e drama ...

texto de Vanessa Martins de Souza
escrito em 24.03.2009 em Curitba



A ousa com humor e drama
agradar a “menina má” de todas nós

A, de artigo feminino, veio da linda Floripa para tirar um ácido, criativo e bem humorado retrato do que é ser mulher ao longo da vida. Classificada como comédia dramática, A foi feita para fazer a “menina má” que toda mulher tem (e tantas mulheres talvez nem sonhem em colocar para fora), ir à forra. Pelo drama e pelo riso.
Porém, parece que a plateia presente no dia 23, um pequeno grupo de moças e mulheres, levou a montagem com excessiva seriedade. Praticamente não ouviu-se risos, ou viu-se sequer o esboçar de sorrisos em quem estava na plateia. No máximo, um ou dois murmúrios nesse sentido puderam ser ouvidos, durante os 55 minutos da apresentação. O que é uma incompreensível falta de senso de humor. Pois, a montagem do N. A. T. (Núcleo Ação Teatral) é muito sarcástica, de um humor corrosivo, tanto na excelente linguagem textual quanto na estonteante linguagem corporal com que as atrizes Luciana Machoski Holanda, Maria Amélia Gimmler Netto e Marina Almeida se apropriam sem inibições.

Elas se revezam, com um adorável descaramento, em monólogos inesquecíveis sobre três momentos da mulher: a infância, a sexualidade e a maternidade. O surreal também está presente numa surpreendente história envolvendo pedofilia. Uma vingança macabra contra os pedófilos.

As três não se acanham em, além do texto, inspirado livremente em Dario Fo e Franca Rame, explorar também o corpo, as mãos, o chão, para expressar as frustrações, chateações, dilemas, fantasias e desejos próprios do sexo feminino. Em tom de protesto, vingança, provocação ou desabafo sarcástico, A também é denúncia, uma espécie de manifesto feminista, trazendo informações sobre violência doméstica, infanticídio feminino, entre outras. Mas não se apresse em classificá-la de feminista. Não se pode chamar de feminista uma dramaturgia que considera a hipótese de alergia feminina ao látex da camisinha, bem como os efeitos colaterais que a “bomba de hormônios” da pílula do dia seguinte pode trazer.

Seria mais preciso dizer que A é absolutamente feminina, revelando a mulher em suas contradições e desafios e levantando discussões. Como uma conversa íntima de mulher pra mulher. Mas da qual os homens também podem e devem participar.


http://www.curitibainterativa.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=16914

segunda-feira, 16 de março de 2009

Ensaio Virtual

Teatro à distância, rsrsrsrsrrs
Por que não?

Acabei de ter uma das experiências teatrais mais bisonhas da minha vida...

Três atrizes:

uma mora no Rio de Janeiro,
uma mora em Florianópolis,
uma mora em Porto Alegre.

Um festival de teatro pela frente e muita vontade de estar juntas no palco, em breve!

Marcamos um ensaio virtual.

Ele não só rolou,
como foi muito produtivo
(e engraçado d +!)




Ensaio de texto, é claro, mas com espaço também pra discutir cenas e inclusive fazer inclusões, ou cacos, que já ficaram gravados, óbvio!

Claro que isto só pode acontecer porque a peça já está mais do que criada e madura e porque a sincronia entre as atrizes é grande, imensa...

Orgulho de trabalhar com duas atrizes tão competentes!
Privilégio trabalhar com amigas!!!

Má e Lú, amo-as!

Viva o skype!